HUME E DELEUZE: O HÁBITO COMO SÍNTESE PASSIVA DO TEMPO

Guilherme Müller Junior

Resumo


Resumo: O propósito do artigo é o de expor a teoria do hábito em Hume a partir da interpretação de Deleuze, que concebe tal teoria na perspectiva da questão do tempo. Em um primeiro momento procuramos descrever o modo como o hábito produz a causalidade, uma vez que a relação causal é exemplar do ponto de vista da problemática temporal. Em um segundo momento tratamos do princípio do hábito como uma síntese de percepções exteriores e diferentes, princípio esse que independe da atividade subjetiva. O hábito, como procuramos mostrar, é anterior a qualquer atividade subjetiva, pois sua dinâmica é inteiramente passiva. Em um terceiro momento mostramos que essa síntese do hábito é uma síntese do tempo, uma síntese passiva do tempo, produtora, como afirma Deleuze, do presente vivo da subjetividade ativa. 


Palavras-chave


Hume; Deleuze; Hábito; Tempo; Síntese passiva

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Curso de Graduação em Filosofia                                   

Occursus - Revista de Filosofia

ISSN: 2526-3676

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