Revista de História Bilros. História(s), Sociedade(s) e Cultura(s).

tiket kereta toko bagus berita bolaterkini anton nb Aneka Kreasi Resep Masakan Indonesia resep masakan menghilangkan jerawat puncak pass resort recepten berita terkini game online hp dijual

Revista Bilros: História(s), Sociedade(s) e Cultura(s) é a Revista Eletrônica integrada ao Laboratório de Estudos e Pesquisas em História e Culturas - DÍCTIS e associada ao Curso de graduação em História (C.H.); Programa de Pós-Graduação em  História, Culturas e Espacialidades (PPGHCE-UECE) e ao Grupo de Trabalho de História Cultural da Associação Nacional de História Secção do Ceará (GTHC/ANPUH-Ce), sendo composta por  integrantes dos DÍCTIS, do GTHC da ANPUH-Ce e discentes da Graduação e do Programa de Pós-Graduação em  História da Universidade Estadual do Ceará – UECE. Trata-se de um periódico científico semestral que tem como objetivo contribuir e divulgar a produção historiográfica e de áreas afins realizadas por historiadores, pesquisadores, professores, especialistas, mestres, doutores, pós-graduandos e graduandos.

Em meio à tessitura do fazer historiográfico, os saberes e as práticas se misturam e se confundem na narração histórica em um processo científico. Aqui compreendido como uma metáfora à renda de Bilros, esse processo constitui-se na medida em que os fios manejados pelas rendeiras, em consonância com o trato dos historiadores com suas fontes, tecem e constroem as histórias de homens, de grupos, de sociedades e de culturas no tempo histórico.

Com a demanda da divulgação de conhecimento, da carência de interlocutores e debates e da valorização do ofício do historiador, a Revista Bilros emerge em um contexto em que os recursos digitais afloram na produção do saber científico. Nesse sentido, portanto, através deste periódico, abre-se mais um caminho a ser explorado por graduandos, graduados e pós-graduados da área das ciências humanas.

ISSN: 2357-8556

Notícias

 

LANÇAMENTO volume 9, n° 19, jul-dez de 2021

 

Bem-vindos a mais um número da Bilros, desta vez apresentamos-lhes o v. 9, n. 19.  Nesta edição mantemos o nosso compromisso de divulgar e estimular a produção científica de nossa área, e ainda de discutir nossa realidade, nosso tempo, de forma reflexiva, intensa, além de política, histórica e socialmente engajada, trazendo à tona temáticas que reverberam de diferentes formas no sentido da construção de um mundo mais igualitário, justo e tolerante como alguns de nossos artigos sugerem.

Atravessamos um período que para além da pandemia, a desesperança, a mentira (que se convencionou chamar de fake news), a arrogância, a pós-verdade, se misturam aos cortes de verbas, aos ataques ao conhecimento, ao saber e à universidade, à perseguição, e outros tantos aspectos que demandam de todos nós sinais da construção de um novo tempo. Queremos sugerir também isso com este número...

São textos que reviram a história, a sociologia e a antropologia em suas diferentes fronteiras apontando caminhos profícuos que sugerem novos papéis a diferentes sujeitos sociais, e ainda a eclosão de uma nova perspectiva e outras epistemes que se estruturam agora e que decerto serão fundamentais em breve.

São ao todo sete (07) artigos livres e uma (01) tradução que selecionamos para vocês caros leitores sentirem o que está por vir. Aborda-se aqui muitas e complexas questões – todas com reverberações e/ou interferências no nosso contemporâneo. São temáticas relativas a gênero (masculino e feminino), são temáticas relativas ao lazer e à festa; temáticas ligadas às artes e cultura; temáticas ligadas ao controle social e as muitas formas de resistência.

 
Publicado: 2022-05-05 Mais...
 

LANÇAMENTO volume 9, n° 18, jan-jun de 2021

 

Para os olhares de Caetano Veloso na composição “O estrangeiro” e na obra “tristes trópicos[1]” de Lévi-Strauss, há um Brasil que infelizmente não está deslocado temporalmente da época de suas tessituras, sejam os anos de 1950 ou o Brasil pós ditadura militar, em outros termos, voltaram aqueles que nunca foram, agora mais articulados com o espaço virtual, engajados pela network do ódio e amparados pelo fundamentalismo que se fundamenta em bases fictícias.

Pela mesma verve poética na qual o saudoso Itamar Assunção compôs: “o trópico tropica, emaranhado no trambique, a treta frutifica[2]”; estes frutos podres não caem facilmente e assim balançamos, ora por fraqueza, e principalmente, ora por força e coragem, ou mesmo por teimosia como alguns ou algumas queiram classificar.

Propomos uma ode às palavras e expressões que dão sentido ao título da revista Bilros e o que ela representa desde a sua primeira edição; ou seja, uma trama, um tecido forte, uma composição de fibras que aqui não equivalem apenas a um pequeno ponto de renda, como os mais famosos: palma, coração, aranha, meus olhos, quadro, margarida, zigue zague ou tantos outros espalhados pelo país.

Nosso ponto da renda de bilro é composto pelas mãos que aperreiam nesse terral[3], aquelas que não cessaram os trabalhos na pandemia, as mesmas que seguram o pires nas agências de fomento, unem-se entrelaçadas umas às outras, demonstram que a fortaleza vem justamente da diversidade, do companheirismo, e, principalmente, aquelas que produzem conhecimento com a seriedade da academia e a leveza de um ethos que ultrapassa as fronteiras do academicismo.

Após este pequeno preâmbulo, apresentamos nesta edição de número 18 um total de 8 artigos de alguns colaboradores às quais suas temáticas amplas transitam de maneira criativa e ao mesmo tempo instigante sobre assuntos que estão propostos basicamente em quatro grandes eixos, a saber, música, cultura popular, política, ensino de História, História do Brasil colonial e pós-colonial.



[1] LÉVI-STRAUSS, Claude. Tristes Trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.

[2] “Tristes Trópicos” (Itamar Assumpção). Itamar Assumpção e as Orquídeas do Brasil. LP/CD Bicho de 7 Cabeças vol. II. Baratos Afins, 1993.

[3] “Terral” (Ednardo), Ednardo e o Pessoal do Ceará. LP Ednardo e o Pessoal do Ceará, Phonodisc Mid. 1972.

 
Publicado: 2022-05-02 Mais...
 

LANÇAMENTO volume 8, n° 17, jul-dez de 2020

 

Caro leitores/as, é com imenso prazer e contentamento, que nós da equipe editorial da “Revista de História Bilros: História(s), Sociedade(s) e Cultura(s)”, trazemos para vocês a nossa 17a edição. Essa, por sua vez, é a segunda edição de nosso sétimo volume, organizada com todo zelo para o seu deleite. O periódico em questão é resultado dos esforços contínuos empreendidos por discentes dos cursos de graduação em História e do Mestrado Acadêmico em História (MAHIS) da Universidade Estadual do Ceará (UECE), bem como de doutorandos/as egressos/as desta referida instituição pública de ensino, que agora integram outros Programas de Pós-Graduação em diversas Universidades. Dividimos com vocês esta edição composta por 7 artigos.

Confira a publicaçãohttp://seer.uece.br/?journal=bilros&page=issue&op=view&path%5B%5D=292

 
Publicado: 2021-12-31 Mais...
 
Outras notícias...

v. 9, n. 19 (2021)


Capa da revista