O público e o privado

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O periódico O público e o privado (PP) é uma publicação acadêmica do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Estadual do Ceará(UECE), de periodicidade semestral, e destina-se a publicar e divulgar trabalhos de pesquisadores nacionais e estrangeiros, resultados de estudos e pesquisas, considerando a relevância e inserção da temática na produção do conhecimento teórico-empírico para as políticas públicas.

O periódico tem como objetivo promover a produção e a socialização do conhecimento acadêmico por meio da publicação de dossiês temáticos, artigos, resenhas, entrevistas e relatórios de pesquisas, bem como incentivar a criação, divulgação e interlocução de redes temáticas com grupos de pesquisadores de Universidades brasileiras e estrangeiras.

O periódico O público e o privado (Qualis B2 na área da Sociologia) está indexada em: Latindexwww.latindex.unam.mxSumários de Revistas Brasileiras | www.sumarios.org.br ; Portal períodicos Capeswww.periodicos.capes.gov.br ; Sistema Eletrônico de Revistas/SEER | www.seer.ibict.br 

ISSN - 1519-5481 (impresso)

ISSN - 2238-5169 (online)


Dossiê  Mulheres policiais na América Latina( N 28, jul./dez.2016)

Organizadoras:

Glaucíria Mota Brasil (UECE) e  Rochele Fellini Fachinetto (UFRGS).

 

A revista O Público e o Privado comunica aos interessados a chamada de artigos para o Dossiê “Mulheres policiais na América Latina” com o objetivo de discutir a inserção das mulheres nas forças policiais na América latina, a configuração dos seus papéis frente aos seus pares masculinos e ao público por elas atendido. A resistência “invisível”, as experiências cotidianas, o dia-a-dia das representações, as estratégias de legitimação do seu espaço, são aspectos fundamentais quando se pretende compreender as condições e organização do trabalho em suas práticas específicas e consequentes determinações, também, no âmbito das políticas sociais públicas. Um olhar que atenta para a complexidade das relações sociais busca evidenciar as intersecções entre classe, etnia/raça e gênero nessas instituições. O não reconhecimento, pelos setores dominantes, da divisão sexual do trabalho, tem ocasionado prejuízos à compreensão do trabalho da mulher. A sexualização das atividades, das ocupações e das relações hierárquicas, as relações de dominação e opressão, são condições quase naturalizadas que podem ser compreendidas no âmbito das relações de gênero. Pensar, portanto, o trabalho e seu processo de transformação, a partir de uma perspectiva de gênero, significa abordar uma diversidade de temas e de campos de pesquisa, constituindo matéria, concomitantemente heteróclita e necessária, para refletir teórica e metodologicamente a questão do gênero no trabalho. A linguagem de que dispomos é, via de regra, estruturada a partir de uma perspectiva masculina, apresentando obstáculo à clara expressão do feminino. As teorias que nos orientam trazem a marca da masculinidade, a saber, decompõem o mundo em partes analisando-as e explicando-as pelo padrão do pensamento dicotômico vigente em nossa cultura. Uma cultura ainda fortemente fincada em valores e princípios da racionalidade e da objetividade do poder hierárquico associada à condição masculina. O grande desafio é, portanto, construirmos uma estrutura social e cultural que esteja pautada pela equidade de gênero nos mais diversos espaços sociais.  E, nessa linha de raciocínio, perceber a divisão sexual do trabalho como uma constituição histórica e como uma relação de submissão-resistência é pertinente e acertado.

Aceitaremos envio dos artigos, por meio do SEER, até o dia 31/10/2016.  http://www.seer.uece.br/?journal=opublicoeoprivado

 


n. 27 (2016): Dossiê Governança e políticas de saúde pública


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